MALDADE
“Quem mal não usa
Mal não cuida”
Diz o povo e muito bem
Ninguém ganha com a maldade
Essa falta de sanidade
Risível a maldade
Esse flagelo atravessa a sociedade
Havendo optimismo
Aprende-se sempre com o negativismo
Se ele existe fora o pessimismo
Aparece maldade
De quando em vez
Fica a sensação
Alguém não está sendo são
Aprende-se a lição
Diz-se não sou eu não
Aprende-se fica o favor
Assobia-se prazenteiro
Como se descesse a rua
Na sonhadora madrugada
Procurando um bem
Afinal arredio
A andar muito mais além
Feliz de quem o detém
Amem
Daniel Costa
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sábado, 23 de agosto de 2008
sexta-feira, 1 de agosto de 2008
POEMA MALDADE
MALDADE
“Quem mal não usa
Mal não cuida”
Diz o povo e muito bem
Ninguém ganha com a maldade
Essa falta de sanidade
Risível a maldade
Esse flagelo atravessa a sociedade
Havendo optimismo
Aprende-se sempre com o negativismo
Se ele existe fora o pessimismo
Aparece maldade
De quando em vez
Fica a sensação
Alguém não está sendo são
Aprende-se a lição
Diz-se não sou eu não
Aprende-se fica o favor
Assobia-se prazenteiro
Como se descesse a rua
Na sonhadora madrugada
Procurando um bem
Afinal arredio
A andar muito mais além
Feliz de quem o detém
Amem
Daniel Costa
“Quem mal não usa
Mal não cuida”
Diz o povo e muito bem
Ninguém ganha com a maldade
Essa falta de sanidade
Risível a maldade
Esse flagelo atravessa a sociedade
Havendo optimismo
Aprende-se sempre com o negativismo
Se ele existe fora o pessimismo
Aparece maldade
De quando em vez
Fica a sensação
Alguém não está sendo são
Aprende-se a lição
Diz-se não sou eu não
Aprende-se fica o favor
Assobia-se prazenteiro
Como se descesse a rua
Na sonhadora madrugada
Procurando um bem
Afinal arredio
A andar muito mais além
Feliz de quem o detém
Amem
Daniel Costa
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